"No âmbito do projeto experimentar para aprender o conselho de turma do 9ª A, a Biblioteca Escolar e o grupo de Teatro apresentaram o seu trabalho: "Mulheres com História". Esta apresentação teve lugar na Biblioteca Escolar, o público foram os colegas do 5º ano de escolaridade e tivemos a presença do nosso Diretor."
terça-feira, 13 de março de 2018
domingo, 11 de março de 2018
O filme do mês de março
Este mês, o Clube de Jornalismo recomenda o filme A forma da água. Este conta a história de Elisa, uma zeladora muda, que trabalha num laboratório onde um homem anfíbio está mantido em cativeiro. Quando Elisa se apaixona pela criatura anfíbia, elabora um plano para ajudá-lo a escapar, com a ajuda do seu vizinho. Escolhemos este filme porque tem uma enorme lição sobre o que é verdadeiramente o amor. Vencedor de dois globos de ouro e quatro estatuetas de óscares, “A forma da água “ tem espantado todos com a sua história.
João Macedo, 9º B
quinta-feira, 8 de março de 2018
Numa semana em que se celebrou o Dia
Internacional da Mulher e em que o tema da Semana da Leitura é a Mulher, os
alunos do 5ºB expressaram-se assim:
Se
eu mandasse no mundo…
Se eu mandasse no mundo inteiro eu faria uma lei, nessa lei todas as
mulheres eram tão poderosas como os homens.
Todos nós temos o mesmo direito, tanto de respeitar, como de ser
respeitado e principalmente de fazer cada um as suas escolhas, porque as escolhas
são nossas, vão ser praticadas em nós próprios, por isso temos que ser nós a
escolhê-las.
No entanto há muitas mais coisas a que temos direito! Infelizmente em
alguns países isso não acontece, mas se eu mandasse em todo o mundo isso não
aconteceria. Todos teríamos os mesmos direitos, tanto os homens como as
mulheres.
Ninguém é de ninguém!
Se eu mandasse no mundo inteiro isto
tudo aconteceria!
Beatriz Freitas, nº2
Se eu mandasse no mundo iria acabar com a discriminação das mulheres e
preocupar-me com a felicidade e com o estado de vida do meu povo.
Também iria ajudar quem necessitasse
de ajuda.
Tanto os homens como as mulheres têm
direito à sua igualdade, à sua opinião, ao respeito e sobretudo à sua
liberdade.
Fabiana
Maia, nº3
Se eu mandasse no mundo as mulheres
tinham os mesmos direitos dos homens.
Inês Silva, nº7
Se eu mandasse no mundo as mulheres
teriam direitos porque todos podemos ter direitos, poderiam sair livres à rua
sem ter medo, poderiam gostar do que quisessem e ser livres, porque ninguém é
de ninguém.
Joana
Alves, nº8
Se eu mandasse neste mundo nunca
perderia a oportunidade de fazer qualquer coisa, nunca perderia a oportunidade
de fazer o mundo melhor e pô-lo mais verde e pôr as pessoas
mais confiantes. Podia acabar com a pobreza e as tristezas, sobretudo as
das mulheres, e podia oferecer lares às pessoas que precisassem. E quanto a
quem não se sentisse seguro, eu podia ajudar a reconstruir os pedaços do seu
coração.
E também gostaria de desejar um feliz
dia da Mulher para as mulheres.
Neste mundo a alegria tem de ir para a
frente e a tristeza tem de ir para trás!
Sibonelo
Dlamini, nº 15
Se eu mandasse no mundo todos os que
fazem maldades às mulheres iriam para a prisão até ao fim das suas vidas.
Maria Carolina Cardoso, nº2
Prof.
Conceição Ferreira.
terça-feira, 6 de março de 2018
Atividade
Experimental – CN e CFQ
Extração de ADN de morangos e quivi
Os
alunos da turma 9ºB realizaram. no âmbito do projeto de turma cujo título é Estamos condenados a um futuro geneticamente
modificado?, uma atividade
experimental que consistiu na extração do DNA de células vegetais do morango e
do quivi. Apesar da obtenção final do DNA não possuir um elevado grau de
pureza, os alunos conseguiram com sucesso a extração do DNA, tendo alcançado
plenamente o objetivo a que se
propuseram.
Gioconda Gregório e Cecília Vivas
segunda-feira, 5 de março de 2018
A minha vizinha
-Mãe,
onde está a minha sapatilha? -gritou Mariana.
-Está
na varanda. Estive a limpá-las. -respondeu a mãe.
-
Mas…Não estou aqui.
-Então
procura!-resmungou de novo a sua mãe.
Mariana
foi à varanda de novo, pendurou-se na grade e olhou para baixo.
-Ah! A
minha sapatilha! Como é que ela foi parar à casa da Sra. Gorete?
Mariana
vivia com os seus pais e com a sua irmã no quinto andar de um apartamento em
Lisboa. No andar de baixo, o quarto andar, vivia uma velha sinistra, chamada
Gorete. Havia rumores de que ela era uma bruxa, pois ela raramente saía de casa
e quando caíam coisas na sua varanda, elas desapareciam misteriosamente…Os pais
de Mariana e Alice tinham-lhes dito para terem cuidado com a velhota.
Agora
Mariana tinha um problema, a sua sapatilha tinha ido para à varanda da Sra.
Gorete. Como iria ela buscá-la? Depois de muito pensar decidiu ficar sem a
sapatilha. Era o mais seguro.
No
dia seguinte, ao jantar, a conversa foi séria:
-Pai!
Mãe! Tenho novidades. -começou Alice animada.
-
Diz filha.
-
Recebi hoje os resultados dos exames para entrar na faculdade. Tive
dezanove!-gritou ela dando um salto da cadeira.
-Que
bom!-disseram os pais em coro.
-É,
não é? E não se preocupem. Já arranjei uma solução. A tia deixou-me ficar no apartamento
dela, no Porto. -informou.
-Ótimo!-exclamou
o pai.
-
Calma Daniel, pensa onde é que a Mariana vai ficar nas férias de Natal que são
já daqui a três dias. - preocupou-se a mãe.
-
Fico em casa. -sugeriu a menina.
-
Sozinha?!-exclamaram os pais em uníssono.
-Sim,
qual é o mal. A Mariana já tem treze anos. Já não é nenhum bebé. Pode
perfeitamente ficar sozinha em casa.- argumentou a Alice, a favor da irmã.
-
Pronto. Está Bem. Ficas em casa sozinha, mas já sabes as regras. “Não abras a
porta a estranhos!”
Os
três dias passaram a correr, principalmente o fim-de-semana.
Segunda-feira
Alice acordou bem cedo para apanhar o comboio. “Dling ,dlong…”
Era
meio-dia e Mariana ainda não tinha acordado. Foi acordada pela acampainha que
entoava bem alto. Com dificuldade, Mariana espreitou pelo buraquinho da porta.
Não se conseguia perceber bem quem era, mas parecia a velhota e era muito
baixa. Ficou muito tempo a pensar quem seria aquela mulher, mas a voz que vinha
do outro lado da porta interrompeu os seus pensamentos.
-Olá.
Vim entregar uma sapatilha. Acho que pode ser de alguém daqui.
Mariana
ficou com medo. Apercebera-se de que a senhora que estava à porta era a Senhora
Gorete. Não lhe respondeu. Passado algum tempo, a velha foi-se embora.
Depois
de algum tempo Mariana sentiu-se mal com a sua atitude. Então vestiu-se e
desceu ao quarto andar. Respirou fundo e tocou à campainha.
-
Pode entrar. -disse uma voz fina e tremelicada.
A
casa da Sra. Gorete era muito velha e cheirava a mofo.
-Ó
minha filha. -disse ela. -Tenho aqui a tua sapatilha.
Ao
dizer aquilo dirigiu-se para um canto da sala onde se encontrava um baú. Ao
abri-lo, Mariana verificou que este estava cheio de bolas, de raquetes, e
outros brinquedos de plástico.
-Por
que é que o baú esta cheio de brinquedos?- quis saber ela.
-Sabes,
filha desse que o meu marido faleceu eu não gosto de sair de casa e as luz que
as janelas irradiam quando estão abertas, atrapalha-me. Desde aí as pessoas
arranjaram rumores de que sou uma bruxa. E que faço desaparecer os brinquedos
que caem na minha varanda usando uma poção mágica.
-A
senhora não tem filhos?- quis saber Mariana.
-Tinha
uma menina que era muito bonita, ruiva de olhos verdes. Tal e qual como tu. Só
que infelizmente faleceu há dez anos, quando tinha apenas três.
Mariana
sentiu pena da senhora. Chegou perto dela e deu-lhe o abraça mis apertado da
sua vida. E assim fez-se uma grande amizade. Durante as férias Mariana
arranjava sempre um tempinho para fazer companhia à senhora. Ora um dia chegou
mesmo convidá-la para ir lá dormir. Tendo conseguido convencer os pais Mariana
Lá ficou. Ao meio da noite ouviu uns ruídos estranhos vindos do quarto da
senhora. Foi ter com ela e viu que estava a sentir-se muito mal. Chamou uma
ambulância e foi levada para o hospital.
No
dia seguinte foi visitá-la, deu-lhe a mão e ouviu as suas últimas palavras:
-
Mariana, a minha história acaba aqui. Já está escrita. Agora, escreve tu a tua.
E
no exato momento em que uma lágrima “bateu” na mão da Senhora Gorete, ela viajou
para o céu…
Ao
regressar a casa, Mariana reparou que na porta de casa da Sra. Gorete havia um
anúncio que dizia ”VENDE-SE!”. Aquilo despertou um aperto no seu coração.
Bruna Carvalho, 6ºA
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
CLUBE DE MÚSICA
Na sua viagem pelos Projetos e Clubes do Agrupamento de escolas de Briteiros, o Clube de Jornalismo foi agora informar-se sobre o Clube de Música.
Entrevista à professora Isabel Jantarada

Apresentação:
Sou a professora Isabel Pacheco Jantarada.
Clube de jornalismo: Há quanto tempo dá aulas?
Isabel Jantarada: Leciono há mais de 23 anos.
Clube de Jornalismo: Qual é o clube que dinamiza?
Isabel Jantarada: O clube de Música.
Clube de Jornalismo: Como surgiu a ideia do clube?
Isabel Jantarada: O Clube de Música está ligado ao grupo disciplinar de Educação Musical e tem como objetivo desenvolver atividades paralelas e complementares às propostas das aulas de Educação Musical,nomeadamente, no domínio da pratica instrumental. Aqui, os alunos tocam guitarra, violino, piano e instrumentos de percussão. O Clube nasce da necessidade de realizar atividades diferenciadas com os alunos. Tem como principal finalidade a criação de bases que proporcionem a todos os alunos da escola que gostam de música a possibilidade de participarem.
Clube de Jornalismo: Há quanto tempo existe o clube?
Isabel Jantarada: O clube existe há mais de 8 anos.
Muito obrigada professora Isabel!
Elaboradas por : Fabiana Maia, 5º B;
Sofia Lima, 5º B.
Texto elaborado pela Joana Alves, 5º B, com a professora Conceição Ferreira.
Tudo é possível
Era uma
vez uma pobre família que vivia numa pequena e aborrecida aldeia. Mariana e
Beatriz eram filhas de um humilde casal que dedicava todos os seus dias ao
trabalho. Mariana era a filha mais velha, um exemplo a seguir, segundo o doce e
inocente olhar de Beatriz. Era determinada, carinhosa e sempre preocupada com o
bem-estar da sua pequena irmã.
A
capacidade de sonhar era algo muito característico destas duas irmãs. Mariana
adorava música, todos os sons à sua volta eram melodia para os seus ouvidos.
Assim, esta sonhava ter uma guitarra, para aprender a tocar e fazer da música a
sua vida. Por sua vez, Beatriz vivia no mundo da fantasia. O seu sonho era
visitar um dos maiores estúdios de animação infantil de todo o mundo, a DisneyLand
Paris. A falta de possibilidades desta família fazia com que estas jovens
sonhadoras ficassem impedidas de realizar os seus sonhos.
Um dia
Mariana acordou determinada a fazer algo para mudar a sua vida, decidiu então
procurar emprego. Procurou pelos arredores da aldeia, mas sem sucesso, acabando
por no final do dia regressar a casa um pouco desamimada. No dia seguinte, foi
novamente determinada para a cidade, e foi então que uma senhora se comoveu com
a situação da pobre rapariga e lhe ofereceu emprego.
Mariana
passou a ter uma vida atarefada: todos os dias se deslocava para a cidade,
trabalhava, não tinha tempo para aproveitar a sua adolescência, mas o facto de
receber um bom ordenado compensava todo o esforço e dedicação. A concretização
do seu sonho estava cada vez mais próxima.
Passados
alguns meses, Mariana já tinha poupado uma boa quantia. Precisamente a quantia
ideal para conseguir pagar a guitarra que há anos cobiçava! Ao partilhar a boa
nova com a sua família, os seus pais ficaram bastante emocionados ao ver o
esforço da filha a ser recompensado. Por sua vez Beatriz, apesar de também
ficar bastante feliz pela irmã, não conseguiu esconder a tristeza que estava a
sentir naquele momento, pois via o seu sonho ainda longe de ser realizado.
A
verdade é que Mariana conhecia muito bem a sua irmã e apercebeu-se da situação.
O descontentamento e frustração da sua irmãzinha fizeram com que esta tomasse
uma grande decisão: não iria comprar a guitarra com aquele dinheiro, e ao invés
disso ia continuar a trabalhar até conseguir realizar o sonho de Beatriz.
Agora a
motivação de Mariana era outra, acordava muito cedo todos os dias motivada para
o seu trabalho, queria realizar o sonho da sua irmã, e compartilhá-lo com ela e
com os seus pais, que nunca haviam viajado.
Um ano
se tinha passado e Mariana tinha conseguido finalmente o dinheiro suficiente
para viajar com a sua família até à Disneyland.
Quando lá chegaram, as duas irmãs ficaram muito felizes,principalmente
a Beatriz porque tinham conseguido realizar o seu sonho graças à sua irmã e ao
seu esforço.
Foi aí que Mariana percebeu que todo
o seu esforço tinha valido a pena, o brilho no olhar da sua pequena irmã e
aquele sorriso tão verdadeiro foram a melhor recompensa.
Devido à generosidade de Mariana para com a
sua irmã, os pais das duas meninas trabalharam arduamente e ofereceram a Mariana
a guitarra que ela tanto cobiçava. Assim, as duas irmãs conseguiram conquistar
os seus maiores sonhos.
Com trabalho e dedicação tudo é possível, até
o que parece estar mais longe!
Joana Alves, 5º B
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
SENSIBILIZAÇÃO SOBRE SAÚDE MENTAL NA
ADOLESCÊNCIA:
“FelizMente”
No âmbito do
Projeto Mais e Melhor Saúde, o Serviço de Psicologia e Orientação do
Agrupamento dinamizou, com todas as turmas do 9.º ano, sessões de
Sensibilização sobre Saúde Mental na adolescência, realizadas no decurso das
aulas de EMRC e de Cidadania, entre os dias 20 e 23 de fevereiro.
As sessões
visaram a satisfação dos seguintes objetivos:
(i) fomentar
a consciencialização da saúde mental enquanto constituinte do processo de saúde
geral;
(ii)
desmistificar e clarificar ideias preconcebidas e o estigma em torno da
doença/perturbação mental;
(iii)
consciencializar para as principais perturbações mentais na adolescência;
(iv) promover
atitudes, comportamentos e ações preventivas facilitadoras de uma adequada
saúde mental entre os adolescentes.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
O Dia Mundial de Luta
Contra o Cancro celebrou-se no dia 4 de fevereiro de 2018.
O objetivo do Dia Mundial de
Luta Contra o Cancro é desmistificar algumas das ideias pré-concebidas sobre o
cancro e informar sobre os factos reais da doença.
Ao nível do Agrupamento de
Escolas de Briteiros promoveram-se as seguintes atividades:
Na biblioteca, uma exposição
com recurso ao Kit de ferramentas para escolas e agrupamentos e
disponibilizou-se um conjunto de livros que abordam o tema;
Fez-se uma exposição na tentativa de criar oportunidades para se falar de
cancro, sensibilizar e educar para a saúde, a comunidade educativa, sobre o
tema: "Nós podemos. Eu posso.”, enviada pelo Núcleo Regional do Centro da
Liga Portuguesa Contra o Cancro e adoção de hábitos de vida saudáveis;
Nas
aulas de Cidadania, do 9º ano, os respetivos diretores de turma promoveram uma
ação de sensibilização sobre a temática e distribuíram-se panfletos, "Nós
podemos. Eu posso.”, aos alunos e aos respetivos Encarregados de Educação;
Por
último, houve a participação na campanha nas redes sociais.
Comemoração do Dia Internacional da Não Violência
30 e 31 janeiro
A equipa do Projeto MMS (Mais e Melhor Saúde), em colaboração com o SPO
(Serviço de Psicologia e Orientação), do Agrupamento organizaram algumas
iniciativas para a comemoração do Dia Internacional da Não
Violência, celebrado internacionalmente a 31 de janeiro. De uma forma geral,
pretendeu-se com estas atividades dotar os alunos de informações sobre a
violência e sensibilizar toda a comunidade escolar para a importância do seu
papel individual, associado à força do coletivo, na construção da Paz e, como
tal, no respeito pelos direitos humanos.
Com vista à consecução destes objetivos
foram levadas a cabo a seguintes atividades:
·
Preparação de material de sensibilização e informação, consubstanciado num
Powerpoint com orientações para os Diretores de Turma, de forma a que na semana de 28 de janeiro a 2 de
fevereiro, no decurso das aulas de Cidadania, fossem abordadas as razões da
comemoração do Dia Internacional da Não Violência refletindo-se sobre a
temática, de forma a que os alunos pudessem reter orientações gerais, atitudes
e comportamentos de não violência e de promoção da Paz.
·
No átrio de entrada da escola, de forma a sensibilizar toda a comunidade
escolar para a temática, foi organizada uma exposição com imagens expressivas e
elucidativas dos vários tipos de violência, incidindo particularmente no
domínio da violência doméstica;
·
Organização de uma sessão de sensibilização destinada a todos os
alunos do 5.º ano, versando especificamente a temática do Bullyin e Cyberbullying, dinamizada pelo Núcleo Escola Segura da
Guarda Nacional Republicana, no dia 31 de janeiro, na sala 22, no horário das
9:45 às 12:15. Com o objectivo, de se atuar preventivamente sobre esta forma de
violência na relação entre pares e alertar os alunos, que se encontram no
primeiro ano de adaptação ao contexto educativo da EB 2,3, para as distintas
formas de Bullying e como atuar face
a situações de agressão, considerámos que esta atividade foi muito positiva e
decorreu com bastante sucesso, contribuindo para o desenvolvimento de
competências pessoais, sociais e cívicas dos alunos, indo ao encontro das metas
educativas do agrupamento.
Em jeito de balanço, considerando as
várias atividades desenvolvidas, foram cumpridos os objetivos previstos no
âmbito da atividade de comemoração do Dia Internacional da Não Violência.
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