terça-feira, 13 de março de 2018

"No âmbito do projeto experimentar para aprender o conselho de turma do 9ª A, a Biblioteca Escolar e o grupo de Teatro apresentaram o seu trabalho: "Mulheres com História". Esta apresentação teve lugar na Biblioteca Escolar, o público foram os colegas do 5º ano de escolaridade e tivemos a presença do nosso Diretor."












"Ensaio do grupo de teatro da peça: "Auto da Barca do Inferno", baseado na obra de Gil Vicente, apresentar no dia 13 de abril.


"Ensaio do grupo de teatro da peça: "Auto da Barca do Inferno", baseado na obra de Gil Vicente, apresentar no dia 13 de abril.







domingo, 11 de março de 2018


                                           O filme do mês de março

Este mês, o Clube de Jornalismo recomenda o filme A forma da água. Este conta a história de Elisa, uma zeladora muda, que trabalha num laboratório onde um homem anfíbio está  mantido em cativeiro. Quando Elisa se apaixona pela criatura anfíbia, elabora um plano para ajudá-lo a escapar, com a ajuda do seu vizinho. Escolhemos este filme porque tem uma enorme lição sobre o que é verdadeiramente o amor. Vencedor de dois globos de ouro e quatro estatuetas de óscares, “A forma da água “  tem espantado todos com a sua história. 




                                                                                                João Macedo, 9º B



quinta-feira, 8 de março de 2018


       Numa semana em que se celebrou o Dia Internacional da Mulher e em que o tema da Semana da Leitura é a Mulher, os alunos do 5ºB expressaram-se assim:

Se eu mandasse no mundo…
  Se eu mandasse no mundo inteiro eu faria uma lei, nessa lei todas as mulheres eram tão poderosas como os homens.
  Todos nós temos o mesmo direito, tanto de respeitar, como de ser respeitado e principalmente de fazer cada um as suas escolhas, porque as escolhas são nossas, vão ser praticadas em nós próprios, por isso temos que ser nós a escolhê-las.
  No entanto há muitas mais coisas a que temos direito! Infelizmente em alguns países isso não acontece, mas se eu mandasse em todo o mundo isso não aconteceria. Todos teríamos os mesmos direitos, tanto os homens como as mulheres.
Ninguém é de ninguém!
Se eu mandasse no mundo inteiro isto tudo aconteceria!
Beatriz Freitas, nº2


  Se eu mandasse no mundo iria acabar com a discriminação das mulheres e preocupar-me com a felicidade e com o estado de vida do meu povo.
Também iria ajudar quem necessitasse de ajuda.
Tanto os homens como as mulheres têm direito à sua igualdade, à sua opinião, ao respeito e sobretudo à sua liberdade.
                                                                                                                                Fabiana Maia, nº3

Se eu mandasse no mundo as mulheres tinham os mesmos direitos dos homens.

                                                                                                         Inês Silva, nº7
                       
Se eu mandasse no mundo as mulheres teriam direitos porque todos podemos ter direitos, poderiam sair livres à rua sem ter medo, poderiam gostar do que quisessem e ser livres, porque ninguém é de ninguém.
                                                                                                                                   Joana Alves, nº8

Se eu mandasse neste mundo nunca perderia a oportunidade de fazer qualquer coisa, nunca perderia a oportunidade de fazer o mundo melhor e pô-lo mais verde e pôr as pessoas mais confiantes. Podia acabar com a pobreza e as tristezas, sobretudo as das mulheres, e podia oferecer lares às pessoas que precisassem. E quanto a quem não se sentisse seguro, eu podia ajudar a reconstruir os pedaços do seu coração.
E também gostaria de desejar um feliz dia da Mulher para as mulheres.
Neste mundo a alegria tem de ir para a frente e a tristeza tem de ir para trás!

                                                                                                    Sibonelo Dlamini, nº 15

Se eu mandasse no mundo todos os que fazem maldades às mulheres iriam para a prisão até ao fim das suas vidas.
Maria Carolina Cardoso, nº2


                                                                                                                             Prof. Conceição Ferreira.










terça-feira, 6 de março de 2018


Atividade Experimental CN e CFQ

Extração de ADN de morangos e quivi








Os alunos da turma 9ºB realizaram. no âmbito do projeto de turma cujo título é Estamos condenados a um futuro geneticamente modificado?, uma atividade experimental que consistiu na extração do DNA de células vegetais do morango e do quivi. Apesar da obtenção final do DNA não possuir um elevado grau de pureza, os alunos conseguiram com sucesso a extração do DNA, tendo alcançado plenamente o objetivo a que  se propuseram.

                                                       Gioconda Gregório e Cecília Vivas


segunda-feira, 5 de março de 2018


A minha vizinha
                -Mãe, onde está a minha sapatilha? -gritou Mariana.
                -Está na varanda. Estive a limpá-las. -respondeu a mãe.
                - Mas…Não estou aqui.
                -Então procura!-resmungou de novo a sua mãe.
                Mariana foi à varanda de novo, pendurou-se na grade e olhou para baixo.
                -Ah! A minha sapatilha! Como é que ela foi parar à casa da Sra. Gorete?
                Mariana vivia com os seus pais e com a sua irmã no quinto andar de um apartamento em Lisboa. No andar de baixo, o quarto andar, vivia uma velha sinistra, chamada Gorete. Havia rumores de que ela era uma bruxa, pois ela raramente saía de casa e quando caíam coisas na sua varanda, elas desapareciam misteriosamente…Os pais de Mariana e Alice tinham-lhes dito para terem cuidado com a velhota.
                Agora Mariana tinha um problema, a sua sapatilha tinha ido para à varanda da Sra. Gorete. Como iria ela buscá-la? Depois de muito pensar decidiu ficar sem a sapatilha. Era o mais seguro.
                No dia seguinte, ao jantar, a conversa foi séria:
                -Pai! Mãe! Tenho novidades. -começou Alice animada.
                - Diz filha.
                - Recebi hoje os resultados dos exames para entrar na faculdade. Tive dezanove!-gritou ela dando um salto da cadeira.
                -Que bom!-disseram os pais em coro.
                -É, não é? E não se preocupem. Já arranjei uma solução. A tia deixou-me ficar no apartamento dela, no Porto. -informou.
                -Ótimo!-exclamou o pai.
                - Calma Daniel, pensa onde é que a Mariana vai ficar nas férias de Natal que são já daqui a três dias. - preocupou-se a mãe.
                - Fico em casa. -sugeriu a menina.
                - Sozinha?!-exclamaram os pais em uníssono.
                -Sim, qual é o mal. A Mariana já tem treze anos. Já não é nenhum bebé. Pode perfeitamente ficar sozinha em casa.- argumentou a Alice, a favor da irmã.
                - Pronto. Está Bem. Ficas em casa sozinha, mas já sabes as regras. “Não abras a porta a estranhos!”
                Os três dias passaram a correr, principalmente o fim-de-semana.
                Segunda-feira Alice acordou bem cedo para apanhar o comboio. “Dling ,dlong…”
                Era meio-dia e Mariana ainda não tinha acordado. Foi acordada pela acampainha que entoava bem alto. Com dificuldade, Mariana espreitou pelo buraquinho da porta. Não se conseguia perceber bem quem era, mas parecia a velhota e era muito baixa. Ficou muito tempo a pensar quem seria aquela mulher, mas a voz que vinha do outro lado da porta interrompeu os seus pensamentos.
                -Olá. Vim entregar uma sapatilha. Acho que pode ser de alguém daqui.
                Mariana ficou com medo. Apercebera-se de que a senhora que estava à porta era a Senhora Gorete. Não lhe respondeu. Passado algum tempo, a velha foi-se embora.
                Depois de algum tempo Mariana sentiu-se mal com a sua atitude. Então vestiu-se e desceu ao quarto andar. Respirou fundo e tocou à campainha.
                - Pode entrar. -disse uma voz fina e tremelicada.
                A casa da Sra. Gorete era muito velha e cheirava a mofo.
                -Ó minha filha. -disse ela. -Tenho aqui a tua sapatilha.
                Ao dizer aquilo dirigiu-se para um canto da sala onde se encontrava um baú. Ao abri-lo, Mariana verificou que este estava cheio de bolas, de raquetes, e outros brinquedos de plástico.
                -Por que é que o baú esta cheio de brinquedos?- quis saber ela.
                -Sabes, filha desse que o meu marido faleceu eu não gosto de sair de casa e as luz que as janelas irradiam quando estão abertas, atrapalha-me. Desde aí as pessoas arranjaram rumores de que sou uma bruxa. E que faço desaparecer os brinquedos que caem na minha varanda usando uma poção mágica.
                -A senhora não tem filhos?- quis saber Mariana.
                -Tinha uma menina que era muito bonita, ruiva de olhos verdes. Tal e qual como tu. Só que infelizmente faleceu há dez anos, quando tinha apenas três.
                Mariana sentiu pena da senhora. Chegou perto dela e deu-lhe o abraça mis apertado da sua vida. E assim fez-se uma grande amizade. Durante as férias Mariana arranjava sempre um tempinho para fazer companhia à senhora. Ora um dia chegou mesmo convidá-la para ir lá dormir. Tendo conseguido convencer os pais Mariana Lá ficou. Ao meio da noite ouviu uns ruídos estranhos vindos do quarto da senhora. Foi ter com ela e viu que estava a sentir-se muito mal. Chamou uma ambulância e foi levada para o hospital.
                No dia seguinte foi visitá-la, deu-lhe a mão e ouviu as suas últimas palavras:
                - Mariana, a minha história acaba aqui. Já está escrita. Agora, escreve tu a tua.
                E no exato momento em que uma lágrima “bateu” na mão da Senhora Gorete, ela viajou para o céu…
                Ao regressar a casa, Mariana reparou que na porta de casa da Sra. Gorete havia um anúncio que dizia ”VENDE-SE!”. Aquilo despertou um aperto no seu coração.



                                                                                                       Bruna Carvalho, 6ºA













segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

CLUBE  DE MÚSICA

Na sua viagem pelos Projetos e Clubes do Agrupamento de escolas de Briteiros, o Clube de Jornalismo foi agora informar-se sobre o Clube de Música.


   Entrevista à professora Isabel Jantarada




Apresentação:

Sou a professora Isabel Pacheco Jantarada.


Clube de jornalismo: Há quanto tempo dá aulas?

Isabel Jantarada: Leciono há mais de 23 anos.

Clube de Jornalismo: Qual é o clube que dinamiza?

Isabel Jantarada: O clube de Música.

Clube de Jornalismo: Como surgiu a ideia do clube?

Isabel Jantarada: O Clube de Música está ligado ao grupo disciplinar de Educação Musical e tem como objetivo desenvolver atividades paralelas  e complementares às propostas das aulas de Educação Musical,nomeadamente, no domínio da pratica instrumental. Aqui, os alunos tocam guitarra, violino, piano e instrumentos de percussão. O Clube nasce da necessidade de realizar atividades diferenciadas com os alunos. Tem como  principal finalidade a criação de bases que proporcionem a todos os alunos da escola que gostam de música a possibilidade de participarem.

Clube de Jornalismo: Há quanto tempo existe o clube?

Isabel Jantarada: O clube existe há mais de 8 anos.


                                                       Muito obrigada professora Isabel!




Elaboradas  por : Fabiana Maia, 5º B;
                              Sofia Lima, 5º B.









Texto elaborado pela   Joana Alves, 5º B, com a professora Conceição Ferreira.


Tudo é possível
            Era uma vez uma pobre família que vivia numa pequena e aborrecida aldeia. Mariana e Beatriz eram filhas de um humilde casal que dedicava todos os seus dias ao trabalho. Mariana era a filha mais velha, um exemplo a seguir, segundo o doce e inocente olhar de Beatriz. Era determinada, carinhosa e sempre preocupada com o bem-estar da sua pequena irmã.
            A capacidade de sonhar era algo muito característico destas duas irmãs. Mariana adorava música, todos os sons à sua volta eram melodia para os seus ouvidos. Assim, esta sonhava ter uma guitarra, para aprender a tocar e fazer da música a sua vida. Por sua vez, Beatriz vivia no mundo da fantasia. O seu sonho era visitar um dos maiores estúdios de animação infantil de todo o mundo, a DisneyLand Paris. A falta de possibilidades desta família fazia com que estas jovens sonhadoras ficassem impedidas de realizar os seus sonhos.
            Um dia Mariana acordou determinada a fazer algo para mudar a sua vida, decidiu então procurar emprego. Procurou pelos arredores da aldeia, mas sem sucesso, acabando por no final do dia regressar a casa um pouco desamimada. No dia seguinte, foi novamente determinada para a cidade, e foi então que uma senhora se comoveu com a situação da pobre rapariga e lhe ofereceu emprego.
            Mariana passou a ter uma vida atarefada: todos os dias se deslocava para a cidade, trabalhava, não tinha tempo para aproveitar a sua adolescência, mas o facto de receber um bom ordenado compensava todo o esforço e dedicação. A concretização do seu sonho estava cada vez mais próxima.
            Passados alguns meses, Mariana já tinha poupado uma boa quantia. Precisamente a quantia ideal para conseguir pagar a guitarra que há anos cobiçava! Ao partilhar a boa nova com a sua família, os seus pais ficaram bastante emocionados ao ver o esforço da filha a ser recompensado. Por sua vez Beatriz, apesar de também ficar bastante feliz pela irmã, não conseguiu esconder a tristeza que estava a sentir naquele momento, pois via o seu sonho ainda longe de ser realizado.
            A verdade é que Mariana conhecia muito bem a sua irmã e apercebeu-se da situação. O descontentamento e frustração da sua irmãzinha fizeram com que esta tomasse uma grande decisão: não iria comprar a guitarra com aquele dinheiro, e ao invés disso ia continuar a trabalhar até conseguir realizar o sonho de Beatriz.
            Agora a motivação de Mariana era outra, acordava muito cedo todos os dias motivada para o seu trabalho, queria realizar o sonho da sua irmã, e compartilhá-lo com ela e com os seus pais, que nunca haviam viajado.
            Um ano se tinha passado e Mariana tinha conseguido finalmente o dinheiro suficiente para viajar com a sua família até à Disneyland.
Quando lá chegaram, as duas irmãs ficaram muito felizes,principalmente a Beatriz porque tinham conseguido realizar o seu sonho graças à sua irmã e ao seu esforço.
            Foi aí que Mariana percebeu que todo o seu esforço tinha valido a pena, o brilho no olhar da sua pequena irmã e aquele sorriso tão verdadeiro foram a melhor recompensa.
Devido à generosidade de Mariana para com a sua irmã, os pais das duas meninas trabalharam arduamente e ofereceram a Mariana a guitarra que ela tanto cobiçava. Assim, as duas irmãs conseguiram conquistar os seus maiores sonhos.
Com trabalho e dedicação tudo é possível, até o que parece estar mais longe!

                                  
                                                                 Joana Alves, 5º B




sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018


SENSIBILIZAÇÃO SOBRE SAÚDE MENTAL NA ADOLESCÊNCIA:
“FelizMente”

No âmbito do Projeto Mais e Melhor Saúde, o Serviço de Psicologia e Orientação do Agrupamento dinamizou, com todas as turmas do 9.º ano, sessões de Sensibilização sobre Saúde Mental na adolescência, realizadas no decurso das aulas de EMRC e de Cidadania, entre os dias 20 e 23 de fevereiro.
As sessões visaram a satisfação dos seguintes objetivos:
(i) fomentar a consciencialização da saúde mental enquanto constituinte do processo de saúde geral;
(ii) desmistificar e clarificar ideias preconcebidas e o estigma em torno da doença/perturbação mental;
(iii) consciencializar para as principais perturbações mentais na adolescência;
(iv) promover atitudes, comportamentos e ações preventivas facilitadoras de uma adequada saúde mental entre os adolescentes.










terça-feira, 20 de fevereiro de 2018





O Dia Mundial de Luta Contra o Cancro celebrou-se no dia 4 de fevereiro de 2018.
O objetivo do Dia Mundial de Luta Contra o Cancro é desmistificar algumas das ideias pré-concebidas sobre o cancro e informar sobre os factos reais da doença.
Ao nível do Agrupamento de Escolas de Briteiros promoveram-se as seguintes atividades:
Na biblioteca, uma exposição com recurso ao Kit de ferramentas para escolas e agrupamentos e disponibilizou-se um conjunto de livros que abordam o tema;
Fez-se uma exposição na tentativa de criar oportunidades para se falar de cancro, sensibilizar e educar para a saúde, a comunidade educativa, sobre o tema: "Nós podemos. Eu posso.”, enviada pelo Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro e adoção de hábitos de vida saudáveis;
Nas aulas de Cidadania, do 9º ano, os respetivos diretores de turma promoveram uma ação de sensibilização sobre a temática e distribuíram-se panfletos, "Nós podemos. Eu posso.”, aos alunos e aos respetivos Encarregados de Educação;
Por último, houve a participação na campanha nas redes sociais.


















Comemoração do Dia Internacional da Não Violência
30 e 31 janeiro

A equipa do Projeto MMS (Mais e Melhor Saúde), em colaboração com o SPO (Serviço de Psicologia e Orientação), do Agrupamento organizaram algumas iniciativas para a comemoração do Dia Internacional da Não Violência, celebrado internacionalmente a 31 de janeiro. De uma forma geral, pretendeu-se com estas atividades dotar os alunos de informações sobre a violência e sensibilizar toda a comunidade escolar para a importância do seu papel individual, associado à força do coletivo, na construção da Paz e, como tal, no respeito pelos direitos humanos.
Com vista à consecução destes objetivos foram levadas a cabo a seguintes atividades:
·         Preparação de material de sensibilização e informação, consubstanciado num Powerpoint com orientações para os Diretores de Turma, de forma  a que na semana de 28 de janeiro a 2 de fevereiro, no decurso das aulas de Cidadania, fossem abordadas as razões da comemoração do Dia Internacional da Não Violência refletindo-se sobre a temática, de forma a que os alunos pudessem reter orientações gerais, atitudes e comportamentos de não violência e de promoção da Paz.
·         No átrio de entrada da escola, de forma a sensibilizar toda a comunidade escolar para a temática, foi organizada uma exposição com imagens expressivas e elucidativas dos vários tipos de violência, incidindo particularmente no domínio da violência doméstica;
·         Organização de uma sessão de sensibilização destinada a todos os alunos do 5.º ano, versando especificamente a temática do Bullyin e Cyberbullying, dinamizada pelo Núcleo Escola Segura da Guarda Nacional Republicana, no dia 31 de janeiro, na sala 22, no horário das 9:45 às 12:15. Com o objectivo, de se atuar preventivamente sobre esta forma de violência na relação entre pares e alertar os alunos, que se encontram no primeiro ano de adaptação ao contexto educativo da EB 2,3, para as distintas formas de Bullying e como atuar face a situações de agressão, considerámos que esta atividade foi muito positiva e decorreu com bastante sucesso, contribuindo para o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e cívicas dos alunos, indo ao encontro das metas educativas do agrupamento.
Em jeito de balanço, considerando as várias atividades desenvolvidas, foram cumpridos os objetivos previstos no âmbito da atividade de comemoração do Dia Internacional da Não Violência.