quinta-feira, 15 de março de 2018




Trabalhos realizados na escola básica de Briteiros, por alunos do 3º ciclo, na disciplina de Educação Visual, no âmbito da semana concelhia da leitura de 2018, “ Leituras no feminino”. Executados sobre ilustrações das obra “ Histórias de adormecer para raparigas rebeldes”, de Francesca Cavallo e Elena Favilli (Nuvem de Tinta, 2017).






















Recolha de óleos alimentares usados

A equipa do projeto Eco-Escolas, com a preciosa colaboração da Auxiliar de Ação Educativa, D. Dores, tem procedido à recolha de óleos alimentares usados, desde o início do ano letivo.
A campanha de recolhas destes resíduos, neste ano letivo, tem revelado uma adesão francamente positiva, tendo sido recolhidos, até ao momento, 160 litros de óleo.
Apresentamos a lista dos três alunos que foram premiados:

1º prémio: Lara Silva- 5º B, nº 5
2º prémio: Ana Rita Sousa- 5º D, nº 4
3º prémio: Rafael Castro- 8ºA, nº 16

Parabéns a todos pela colaboração e parabéns por ajudarem os vossos pais e familiares a reciclarem um produto tão nocivo para o nosso planeta!
O Ambiente agradece.

                                                                                    Prof. Conceição Ferreira, equipa Eco-Escola










    
       E porque os nossos alunos gostam de desafios, inclusive tentar não partir um OVO… Por isso, enquadrada nesta época festiva, os alunos de 7º e 8º anos de Francês participaram na atividade «On fête Pâques». Utilizaram como base um ovo e recriaram personagens, símbolos e temas da cultura francófona.
      Convidamos toda a comunidade escolar a visitar e contemplar as «obras de arte» dos nossos jovens «artistas».  J  
                                                  Parabéns pela criatividade!








      
          No dia 8 de março, a professora Catarina Alves e o 7ºC dedicaram uma flor a cada elemento feminino da comunidade escolar. Alguns alunos do 7ºA, 7ºC e 8ºB declamaram, em Francês, um poema ou citação sobre a «Mulher» pelas turmas do 2º e 3º ciclos.
Foi uma bela iniciativa para comemorar o dia internacional da mulher. Parabéns!







terça-feira, 13 de março de 2018

"No âmbito do projeto experimentar para aprender o conselho de turma do 9ª A, a Biblioteca Escolar e o grupo de Teatro apresentaram o seu trabalho: "Mulheres com História". Esta apresentação teve lugar na Biblioteca Escolar, o público foram os colegas do 5º ano de escolaridade e tivemos a presença do nosso Diretor."












"Ensaio do grupo de teatro da peça: "Auto da Barca do Inferno", baseado na obra de Gil Vicente, apresentar no dia 13 de abril.


"Ensaio do grupo de teatro da peça: "Auto da Barca do Inferno", baseado na obra de Gil Vicente, apresentar no dia 13 de abril.







domingo, 11 de março de 2018


                                           O filme do mês de março

Este mês, o Clube de Jornalismo recomenda o filme A forma da água. Este conta a história de Elisa, uma zeladora muda, que trabalha num laboratório onde um homem anfíbio está  mantido em cativeiro. Quando Elisa se apaixona pela criatura anfíbia, elabora um plano para ajudá-lo a escapar, com a ajuda do seu vizinho. Escolhemos este filme porque tem uma enorme lição sobre o que é verdadeiramente o amor. Vencedor de dois globos de ouro e quatro estatuetas de óscares, “A forma da água “  tem espantado todos com a sua história. 




                                                                                                João Macedo, 9º B



quinta-feira, 8 de março de 2018


       Numa semana em que se celebrou o Dia Internacional da Mulher e em que o tema da Semana da Leitura é a Mulher, os alunos do 5ºB expressaram-se assim:

Se eu mandasse no mundo…
  Se eu mandasse no mundo inteiro eu faria uma lei, nessa lei todas as mulheres eram tão poderosas como os homens.
  Todos nós temos o mesmo direito, tanto de respeitar, como de ser respeitado e principalmente de fazer cada um as suas escolhas, porque as escolhas são nossas, vão ser praticadas em nós próprios, por isso temos que ser nós a escolhê-las.
  No entanto há muitas mais coisas a que temos direito! Infelizmente em alguns países isso não acontece, mas se eu mandasse em todo o mundo isso não aconteceria. Todos teríamos os mesmos direitos, tanto os homens como as mulheres.
Ninguém é de ninguém!
Se eu mandasse no mundo inteiro isto tudo aconteceria!
Beatriz Freitas, nº2


  Se eu mandasse no mundo iria acabar com a discriminação das mulheres e preocupar-me com a felicidade e com o estado de vida do meu povo.
Também iria ajudar quem necessitasse de ajuda.
Tanto os homens como as mulheres têm direito à sua igualdade, à sua opinião, ao respeito e sobretudo à sua liberdade.
                                                                                                                                Fabiana Maia, nº3

Se eu mandasse no mundo as mulheres tinham os mesmos direitos dos homens.

                                                                                                         Inês Silva, nº7
                       
Se eu mandasse no mundo as mulheres teriam direitos porque todos podemos ter direitos, poderiam sair livres à rua sem ter medo, poderiam gostar do que quisessem e ser livres, porque ninguém é de ninguém.
                                                                                                                                   Joana Alves, nº8

Se eu mandasse neste mundo nunca perderia a oportunidade de fazer qualquer coisa, nunca perderia a oportunidade de fazer o mundo melhor e pô-lo mais verde e pôr as pessoas mais confiantes. Podia acabar com a pobreza e as tristezas, sobretudo as das mulheres, e podia oferecer lares às pessoas que precisassem. E quanto a quem não se sentisse seguro, eu podia ajudar a reconstruir os pedaços do seu coração.
E também gostaria de desejar um feliz dia da Mulher para as mulheres.
Neste mundo a alegria tem de ir para a frente e a tristeza tem de ir para trás!

                                                                                                    Sibonelo Dlamini, nº 15

Se eu mandasse no mundo todos os que fazem maldades às mulheres iriam para a prisão até ao fim das suas vidas.
Maria Carolina Cardoso, nº2


                                                                                                                             Prof. Conceição Ferreira.










terça-feira, 6 de março de 2018


Atividade Experimental CN e CFQ

Extração de ADN de morangos e quivi








Os alunos da turma 9ºB realizaram. no âmbito do projeto de turma cujo título é Estamos condenados a um futuro geneticamente modificado?, uma atividade experimental que consistiu na extração do DNA de células vegetais do morango e do quivi. Apesar da obtenção final do DNA não possuir um elevado grau de pureza, os alunos conseguiram com sucesso a extração do DNA, tendo alcançado plenamente o objetivo a que  se propuseram.

                                                       Gioconda Gregório e Cecília Vivas


segunda-feira, 5 de março de 2018


A minha vizinha
                -Mãe, onde está a minha sapatilha? -gritou Mariana.
                -Está na varanda. Estive a limpá-las. -respondeu a mãe.
                - Mas…Não estou aqui.
                -Então procura!-resmungou de novo a sua mãe.
                Mariana foi à varanda de novo, pendurou-se na grade e olhou para baixo.
                -Ah! A minha sapatilha! Como é que ela foi parar à casa da Sra. Gorete?
                Mariana vivia com os seus pais e com a sua irmã no quinto andar de um apartamento em Lisboa. No andar de baixo, o quarto andar, vivia uma velha sinistra, chamada Gorete. Havia rumores de que ela era uma bruxa, pois ela raramente saía de casa e quando caíam coisas na sua varanda, elas desapareciam misteriosamente…Os pais de Mariana e Alice tinham-lhes dito para terem cuidado com a velhota.
                Agora Mariana tinha um problema, a sua sapatilha tinha ido para à varanda da Sra. Gorete. Como iria ela buscá-la? Depois de muito pensar decidiu ficar sem a sapatilha. Era o mais seguro.
                No dia seguinte, ao jantar, a conversa foi séria:
                -Pai! Mãe! Tenho novidades. -começou Alice animada.
                - Diz filha.
                - Recebi hoje os resultados dos exames para entrar na faculdade. Tive dezanove!-gritou ela dando um salto da cadeira.
                -Que bom!-disseram os pais em coro.
                -É, não é? E não se preocupem. Já arranjei uma solução. A tia deixou-me ficar no apartamento dela, no Porto. -informou.
                -Ótimo!-exclamou o pai.
                - Calma Daniel, pensa onde é que a Mariana vai ficar nas férias de Natal que são já daqui a três dias. - preocupou-se a mãe.
                - Fico em casa. -sugeriu a menina.
                - Sozinha?!-exclamaram os pais em uníssono.
                -Sim, qual é o mal. A Mariana já tem treze anos. Já não é nenhum bebé. Pode perfeitamente ficar sozinha em casa.- argumentou a Alice, a favor da irmã.
                - Pronto. Está Bem. Ficas em casa sozinha, mas já sabes as regras. “Não abras a porta a estranhos!”
                Os três dias passaram a correr, principalmente o fim-de-semana.
                Segunda-feira Alice acordou bem cedo para apanhar o comboio. “Dling ,dlong…”
                Era meio-dia e Mariana ainda não tinha acordado. Foi acordada pela acampainha que entoava bem alto. Com dificuldade, Mariana espreitou pelo buraquinho da porta. Não se conseguia perceber bem quem era, mas parecia a velhota e era muito baixa. Ficou muito tempo a pensar quem seria aquela mulher, mas a voz que vinha do outro lado da porta interrompeu os seus pensamentos.
                -Olá. Vim entregar uma sapatilha. Acho que pode ser de alguém daqui.
                Mariana ficou com medo. Apercebera-se de que a senhora que estava à porta era a Senhora Gorete. Não lhe respondeu. Passado algum tempo, a velha foi-se embora.
                Depois de algum tempo Mariana sentiu-se mal com a sua atitude. Então vestiu-se e desceu ao quarto andar. Respirou fundo e tocou à campainha.
                - Pode entrar. -disse uma voz fina e tremelicada.
                A casa da Sra. Gorete era muito velha e cheirava a mofo.
                -Ó minha filha. -disse ela. -Tenho aqui a tua sapatilha.
                Ao dizer aquilo dirigiu-se para um canto da sala onde se encontrava um baú. Ao abri-lo, Mariana verificou que este estava cheio de bolas, de raquetes, e outros brinquedos de plástico.
                -Por que é que o baú esta cheio de brinquedos?- quis saber ela.
                -Sabes, filha desse que o meu marido faleceu eu não gosto de sair de casa e as luz que as janelas irradiam quando estão abertas, atrapalha-me. Desde aí as pessoas arranjaram rumores de que sou uma bruxa. E que faço desaparecer os brinquedos que caem na minha varanda usando uma poção mágica.
                -A senhora não tem filhos?- quis saber Mariana.
                -Tinha uma menina que era muito bonita, ruiva de olhos verdes. Tal e qual como tu. Só que infelizmente faleceu há dez anos, quando tinha apenas três.
                Mariana sentiu pena da senhora. Chegou perto dela e deu-lhe o abraça mis apertado da sua vida. E assim fez-se uma grande amizade. Durante as férias Mariana arranjava sempre um tempinho para fazer companhia à senhora. Ora um dia chegou mesmo convidá-la para ir lá dormir. Tendo conseguido convencer os pais Mariana Lá ficou. Ao meio da noite ouviu uns ruídos estranhos vindos do quarto da senhora. Foi ter com ela e viu que estava a sentir-se muito mal. Chamou uma ambulância e foi levada para o hospital.
                No dia seguinte foi visitá-la, deu-lhe a mão e ouviu as suas últimas palavras:
                - Mariana, a minha história acaba aqui. Já está escrita. Agora, escreve tu a tua.
                E no exato momento em que uma lágrima “bateu” na mão da Senhora Gorete, ela viajou para o céu…
                Ao regressar a casa, Mariana reparou que na porta de casa da Sra. Gorete havia um anúncio que dizia ”VENDE-SE!”. Aquilo despertou um aperto no seu coração.



                                                                                                       Bruna Carvalho, 6ºA