Clube de jogos de tabuleiro dinamiza jogo de xadrez com os alunos do 5º A
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
PEQUENOS CIENTISTAS: "VAMOS ESPREITAR O MUNDO DOS MICRÓBIOS"
No dia 22 de novembro, antecipando o Dia da Cultura Científica, os alunos do Clube Génios e do Clube de Leitura foram à Universidade do Minho, em Braga, participar na atividade PEQUENOS CIENTISTAS: VAMOS ESPREITAR O MUNDO DOS MICRÓBIOS. Esta resultou da parceria com o Centro de Engenharia Biológica, no âmbito do programa Cientificamente Provável.
Durante uma manhã puderam tornar-se verdadeiros investigadores, excelente caminho para a motivação dos jovens para a educação e literacia científicas, potenciadora do desenvolvimento de competências em várias áreas do conhecimento, tendo em conta o perfil traçado para os alunos alcançarem no final da escolaridade obrigatória.
O nosso especial agradecimento à organização e em particular à equipa de investigadoras que tão bem acompanhou os nossos alunos em todo o processo, fazendo com que se sentissem verdadeiros cientistas.
O nosso especial agradecimento à organização e em particular à equipa de investigadoras que tão bem acompanhou os nossos alunos em todo o processo, fazendo com que se sentissem verdadeiros cientistas.
E eles adoraram!
Feira de Outono EB de Fafião
Em articulação com a EB de Fafião, a Associação de Pais organizou, uma vez mais, a Feira de Outono.
Os Encarregados de Educação aderiram com empenho a esta iniciativa, confecionando compotas variadas e contribuindo para a mesma com vários produtos provenientes da terra para vender. O seu entusiasmo reflete a dinâmica vivida na nossa escola, renovando a ideia de dar continuidade a esta e outras atividades.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
EB 1 FAFIÃO
Visita
de Estudo ao Teatro Musical
“A Surpreendente Fábrica de Chocolate”
No
dia 21 de novembro, os alunos da EB de Fafião (Pré-Escolar e 1º Ciclo)
vivenciaram uma experiência muito especial. Pela primeira vez assistiram a um
teatro musical, intitulado “A
Surpreendente Fábrica de Chocolate”, numa arena montada junto ao Mar
Shopping, em Matosinhos.
Para
que esta atividade fosse possível contou-se com o apoio dos Encarregados de
Educação e da Junta de Freguesia que asseguraram os custos dos bilhetes e do transporte.
Foi praticamente uma prenda de Natal antecipada e original.
O
elenco formado por jovens atores, encheu de música, cor, brilho, alegria e boa
disposição, este magnífico espetáculo com aroma a chocolate.
A atividade
foi culturalmente enriquecedora, quer do ponto de vista do desenvolvimento do
gosto pelas artes, quer do ponto de vista da formação cívica das crianças. Para
além, da aprendizagem do “saber estar”
numa sala de espetáculo, a mensagem transmitida pela história da peça destacava
a importância da essência de cada um. Pretendia assim educar para os valores,
levando a compreender que cada um de nós vale pelo seu interior, pela sua
personalidade, e não pelas questões da aparência que tantas vezes a sociedade
consumista e supérflua tende a idolatrar.
A atuação dos atores foi
verdadeiramente cativante da atenção das crianças. Permaneceram atentas do
primeiro ao último minuto. Esta vivência ficará certamente nas suas memórias
por muito tempo.
Tendo em conta que o meio,
em que se insere a comunidade educativa, tende a um certo desfavorecimento no
acesso às artes e à cultura, a escola empenha-se por se tornar um veículo
facilitador do acesso às mesmas, sempre que se proporciona.
EB de Fafião
domingo, 25 de novembro de 2018
O Musical "A surpreendente Fábrica do Chocolate"
No dia 21 de novembro, os alunos da Escola Básica de Donim
viajaram até Matosinhos, para assistir ao Musical “A Surpreendente Fábrica do
chocolate”.
Esta fotografia retrata o maravilhoso cheiro a chocolate, que
despertou o interesse e curiosidade, de todos os alunos, para assistirem ao
musical. Todo o espectáculo esteve repleto de magia, alegria e cor, associados
ao som de uma banda ao vivo com coreografias fascinantes que proporcionavam a
cada espectador a interacção com os atores.
Os alunos da Escola Básica de Donim agradecem à Junta de
Freguesia e aos Encarregados de Educação a colaboração para a realização desta
atividade.
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
PARTICIPAÇÃO
DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BRITEIROS NA ASSEMBLEIA DE CRIANÇAS E JOVENS
No passado dia
seis de novembro, dois alunos por ano de escolaridade, do primeiro ao nono ano,
representaram o Agrupamento de Escolas de Briteiros na Assembleia de Crianças e
Jovens que teve lugar na Escola Secundária das Taipas. A participação do
agrupamento na iniciativa foi estruturada pelo CISIB em articulação com os
coordenadores de ciclo.
Estiveram
presentes alunos representantes de todas as escolas do nosso agrupamento,
cumprindo-se critérios de respeito pela heterogeneidade de género,
diversidade social e cultural. Tratou-se de uma atividade promovida pela CPCJ de
Guimarães em parceria com a Câmara Municipal, no âmbito do Projeto "Tecer
a Prevenção" e do Programa "Cidade Amiga das Crianças”. Acompanharam
o grupo de alunos participantes o Prof. Cândido Salgueiro (Coordenador do 1.º
ciclo) e D. Isabel (Assistente Operacional da EB1 de Donim).
Nesta Assembleia
os participantes tiveram oportunidade de abordar necessidades que observam na
dinâmica de funcionamento da cidade de Guimarães, nas localidades onde residem,
na escola e na família. Trataram-se temas como a mobilidade, as novas tecnologias,
o ambiente, a saúde, a segurança, os cursos profissionais, o desporto, e, por
fim, o fim-de-semana em família.
A título
ilustrativo, no que respeita ao funcionamento das escolas, os participantes
evidenciaram necessidades em torno de mais e melhores tecnologias, internet
mais rápida e melhor aquecimento dos estabelecimentos de ensino.
Cândido Salgueiro (Coordenador
do 1.º Ciclo)
Ana Sofia Melo (SPO/CISIB)
terça-feira, 13 de novembro de 2018
EB de Igreja Magusto e Feira de Outono
Para além da alteração das cores das árvores, o Outono traz-nos a oportunidade de novas vivências. A preparação das castanhas para o Magusto e a criação dos recipientes individuais, uma tradição na escola, apelaram à criatividade das crianças e à sua destreza manual. A animação emoldurada por sorrisos e alegria deu corpo a este aprender, brincando. Pelo meio, na biblioteca assistiu-se à Lenda de S. Martinho. Mas a escola sem a comunidade em que se insere ficaria empobrecida. Por isso o projecto Feira de Outono envolveu toas/os aquelas/es que nela quiseram participar. Um projeto de partilha e convivência entre crianças e adultos que se traduziu num apelo à aquisição de produtos naturais da terra e outros confecionados pelas crianças com os seus professores e assistentes operacionais, de que é exemplo o doce de abóbora. Cada um comparticipou com o que lhe foi possível, cada um adquiriu o que gostava. Magusto e Feira do Outono confundiram-se assim num só. Em dia de chuva, as castanhas comeram-se no interior da escola...
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
"Trabalho elaborado pela aluna Marta do 8º A. Assunto: visita guiada aos quadros expostos nos corredores da nossa escola sobre os Descobrimentos Portugueses. Visita efetuada no âmbito da disciplina de História "
A expansão
territorial portuguesa
A expansão
territorial portuguesa
Orientados pela professora Conceição
Gonçalves, no âmbito da disciplina de História, no dia 22 de outubro ao 4º
tempo da manhã e no dia 23 de outubro ao 3º tempo da manhã fomos pela escola
analisar os quadros espalhados pelos corredores sobre a expansão portuguesa.
ANÁLISE DOS
QUADROS:
Ø No primeiro quadro pudemos visualizar
um sacrifício, em que haviam pessoas a puxar uma enorme carroça;
Ø Já no segundo quadro vimos uma imagem
da entrada de um templo Hindu na Índia. Também conseguimos ver uma
representação da Santíssima Trindade, uma doutrina cristã que define Deus como
três pessoas: o pai, o filho e o espírito santo. Tinha uma outra imagem com os
Deuses Hindus dos templos que na Índia os templos se chamam Pagode. Neste
quadro é referido no texto o encontro entre os portugueses e os indianos após a
descoberta;
Ø No terceiro quadro verificamos a
representação da chegada através do caminho marítima até Calecute (importante
cidade da Índia) com uma armada poderosa comandada por Vasco da Gama, em 1499;
Ø No quarto quadro vimos as fonteiras de Calecute
e as plantas das especiarias que mais se utilizavam, como por exemplo, a
pimenta, a noz-moscada, a canela e o cravinho;
Ø Realçou-se no quinto quadro as naus
de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo. Também nesse quadro visualizamos os
túmulos daquela época e uma pequena imagem do imperador chinês;
Ø No sexto quadro temos uma
simbolização de um marinheiro a dar conselhos/informações a Vasco da Gama.
Neste quadro apresenta-se também alguns dos aspetos da cultura da Índia e da
China;
Ø No sétimo quadro pudemos ver uma
continuação das características dos países acima referidos;
Ø Já o oitavo quadro fala novamente
sobre a descoberta de Vasco da Gama e foi em 1998 na celebração portuguesa
dessa descoberta, 500 anos após essa conquista que a escola recebeu os quadros
agora estudados;
Ø O assunto abordado no nono quadro é o
Tratado de Alcáçovas em que o mundo foi dividido em duas partes a parte de cima
ficou para Espanha e a parte debaixo para Portugal. E o Tratado de Tordesilhas
em 1494 assinado por D.João rei de Portugal .Pudemos verificar uma imagem nesse
quadro que se trata do padrão de S. Agostinho. Este padrão era deixado em cada
descoberta portuguesa para marcar a nosso território e davam-lhe os nomes de
todos os santos;
Ø A imagem de D.Manuel é o que chama a
atenção no décimo quadro mas também pudemos perceber através dos textos que
naquela época de descobertas havia sempre um Velho Restelo, chamado assim
porque era uma pessoa que via tudo pelo lado negativa;
Ø No décimo primeiro quadro descobrimos
que o Brasil antes lhe dava o nome de Terra de Vera Santa Cruz. Mais tarde é
que lhe deram o nome atual que provém da abundância do pau-brasil;
Ø O décimo segundo quadro tem uma
imagem de Lisboa no séc.XVI antes da catástrofe que abalou por completo
Portugal em 1755.Tem uma imagem ilustrativa da assinatura de Vasco da Gama.
Também apresenta um retrato do descobridor do caminho marítimo para a Índia.
Por fim visualizamos o brasão da família de Vasco da Gama;
Ø No décimo terceiro quadro apresenta
alguns mapas com as conquistas e outros de mareares ou portulanos;
Ø No décimo quarto quadro pudemos
visualizar uma representação das moedas portuguesas feitas de ouro. Também
vemos algumas cartas escritas por D.Manuel para os reis de Castela. Apresenta
uma imagem de Nossa Senhora e de reis católicos espanhóis como a El Mercedes;
Ø No décimo quinto quadro vimos uma
imagem de Veneza no séc.XVI e na atualidade porque era a partir de Veneza que
os portugueses chegavam á Índia (rotas do Levante);
Ø No décimo sexto quadro chama a
atenção uma carta que demonstra como é que os portugueses lá chegaram. Além da
carta vemos imagens da chegada de Vasco da Gama.
Ø No décimo oitavo quadro pudemos verificar as
várias tribos que existiam no Brasil como o Topi , Guarani e Jê. Em pleno séc.
XXI ainda existem tribos mais predominante na zona da Amazónia;
Ø No décimo nono quadro conseguimos perceber de
que é que no Brasil as pessoas se alimentavam e era à base: de milho, batata
doce, mandioca, cacau e a pimenta;
Ø O vigésimo quadro apresenta as principais
atividades como a pesca e a caça. Pescavam principalmente o Tatu, o Pirarucu e
o Capivara;
Ø No vigésimo primeiro quadro aprendemos como é
que no Brasil se vivia e basicamente lá o tempo era ameno por isso em termo de
vestuário não utilizavam muita roupa. Construíam canoas com a madeira que
encontravam para com elas puderem pescar;
Ø No vigésimo segundo quadro
conseguimos aprofundar o que as tribos comiam e era por exemplo: frutos
silvestres, mel, ovos, formigas, grilos, abelhas e larvas;
Ø No vigésimo terceiro quadro
percebemos a organização política, isto é, as mulheres não tinham os mesmos
direitos que os homens como, não podiam fazer as atividades dos homens a caça e
a pesca. Nesse quadro vemos também uma imagem de um chefe de tribo e também uma
representação o conselho dos guerreiros (assembleia da república) ou a roda dos
fumadores em que se discutia as decisões a tomar sobre a tribo. Chamava-se roda
dos fumadores porque enquanto discutiam iam fumando;
Ø O vigésimo quarto quadro representa
um combate que ocorreu no mar. Conseguimos aprender através do texto
apresentado no quadro que existiam vários rituais que entre eles se destaca o
da execução de um prisioneiro. Ele era morto com um pau e amarrado por um pé e
comiam-no. Isso era um método canibalismo;
Ø No vigésimo quinto quadro apresenta
as características da cultura das tribos como: tinham crenças acreditavam na
existência de criadores do universo, tratavam as doenças com ervas, faziam
rezas fumando tabaco e outras substâncias e entravam em transe;
Ø No vigésimo sexto quadro fala sobre a
descoberta do Brasil e que os portugueses chamaram a segunda Índia. Também tem
uma imagem de Pedro Álvares de Cabral o descobridor do Brasil em 1500. Uma última
imagem apresentada neste quadro é o brasão da família do Pedro Álvares (brasão
dos Cabrais);
Ø O vigésimo sétimo quadro aborda os
conhecimentos técnicos e científicos como o astrolábio que servia para fazer
uma navegação astronómica (orientações através dos astros);
Ø No vigésimo oitavo quadro trata-se de
um retrato de D. João II e um retrato de Cristóvão Colombo que chegou as Antilhas,
em 1492. Vemos uma outra imagem com um mapa-mundo no séc.XVI;
Ø Nos quadros vigésimo oitavo, vigésimo
nono e trigésimo quadro apresentam alguns aspetos sobre a parte política da
distribuição do Brasil;
Ø Por último o trigésimo primeiro
quadro relata numa tabela os dados da limitação do Brasil.
Em conclusão,
esta visita pelos corredores serviu para aprofundarmos a matéria dada sobre a
expansão portuguesa, nas aulas anteriores.
Trabalho elaborado por:
Marta, 8º A
domingo, 11 de novembro de 2018


As professoras de Inglês e a equipa do projeto Eco-escolas dinamizaram
um concurso de máscaras de Halloween, aberto à participação das turmas de 5º,
6º e 7º anos.
Os trabalhos foram avaliados de acordo com
os seguintes critérios:
-Serem realizados preferencialmente com
reutilização de materiais;
-Apresentarem valor estético, criatividade
e originalidade;
-Serem adequados ao tema proposto.
O júri foi composto pelos seguintes
elementos: um elemento da Direção; dois professores da área das artes
visuais/tecnológicas; um elemento dos Serviços Administrativos; um elemento dos
assistentes operacionais.
Foi atribuído um diploma de participação a
todos os alunos que concorreram e as três melhores máscaras escolhidas pelo
júri foram premiadas.
Dada a qualidade dos trabalhos
apresentados, foram ainda atribuídas duas Menções Honrosas.
Parabéns aos alunos premiados!
Obrigada a todos os alunos concorrentes pela
participação!
Professoras de Inglês
Equipa Eco-Escolas.
1º prémio Gonçalo 5º D
2º Prémio Ricardo 6º A
3º prémio Sofia e Leonor 6º B
Jardim de Infância de Serrado. Por que é que algumas coisas flutuam e outras não?
A criança fica maravilhada perante as coisas que vão acontecendo no dia-a-dia. Mas para as compreender necessita que alguém as ajude. Aproveitando essa curiosidade e a carga afectiva que a acompanha, a Educadora de Infância vai proporcionar à criança uma abordagem sensorial, estética e científica do mundo. Foi isso que aconteceu no Jardim de Infância de Serrado onde, através de conversa em grupo, exploração de novo vocabulário e experiências simples sustentadas na natureza, se descobriu porque é que existem coisas que flutuam e outras se afundam. Um dia diferente com novas aprendizagens.
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